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Metodologia
O que este site cobre
Na primeira etapa, a Presidência da República: quem foi eleito em cada eleição desde 1994, a eleição em curso e, para os eleitos e as chapas do 2º turno em curso, as candidaturas, os votos, os bens declarados e o plano de governo registrado.
Na segunda etapa, os ministérios e os demais órgãos chefiados por ministro de Estado: quem está em exercício, quem já ocupou o cargo, a remuneração do titular, as viagens a serviço do titular e os gastos do órgão com viagens e cartão corporativo.
Na terceira etapa, as autarquias e fundações vinculadas aos ministérios (agências reguladoras, autarquias especiais, fundações, universidades e institutos federais) e a segurança pública e defesa: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Estado-Maior Conjunto, comandos das três Forças e os oficiais-generais da ativa.
Empresas estatais e os demais órgãos do Executivo entram nas próximas etapas.
Autarquias, fundações e segurança: fontes e regras
- Entidades: estrutura organizacional (SIORG), entidades de natureza autárquica ou fundacional, com o ministério supervisor. Empresas públicas e de economia mista ficam para a etapa das estatais.
- Dirigentes, com início e saída: arquivo de pessoas expostas politicamente da CGU, ligado a cada entidade pelo nome do órgão. A ligação exige que o nome do arquivo comece como o nome oficial e não pule a palavra "Federal", para que órgãos estaduais com nomes parecidos não se confundam com os federais; siglas só valem quando iguais.
- Segurança pública e defesa: lista fechada de cargos mantida no código, com a base legal de cada um. Titulares pelo mesmo arquivo da CGU.
- Oficiais-generais: cadastro mensal de militares do Portal da Transparência, postos de general, almirante e brigadeiro.
- Remuneração: cadastros de remuneração de servidores civis e de militares do mês, pelo CPF mascarado e pelo nome. Quem é pago pela própria entidade, fora desses cadastros, fica sem valor.
Ministérios: fontes e regras
- Órgãos: estrutura organizacional do governo federal (SIORG), órgãos ligados diretamente à Presidência da República cujo titular tem o cargo de ministro de Estado.
- Quem ocupou o cargo, com início e saída: arquivo mensal de pessoas expostas politicamente da CGU. Ele traz quem está no cargo e quem saiu há menos de cinco anos. As datas são as do arquivo.
- Quem está em exercício e em qual unidade: cadastro mensal de servidores do Executivo federal (SIAPE). Quando o cadastro ainda lista alguém cuja saída já consta no arquivo da CGU, vale a saída.
- Remuneração: cadastro de remuneração do mesmo mês, pelo identificador do Portal da Transparência.
- Viagens a serviço: arquivo anual de viagens do Portal da Transparência, só as realizadas, com diárias, passagens e outros gastos, descontadas as devoluções. As do titular são identificadas pelo CPF mascarado e pelo nome.
- Cartão de pagamento: extrato mensal do Portal da Transparência, pelo órgão do portador.
- Os totais de gastos são da administração direta do órgão. Universidades, institutos, autarquias e outras entidades vinculadas não entram.
- Os nomes de órgão nesses arquivos vêm abreviados ou antigos; cada um é ligado ao órgão do SIORG pela sequência de palavras. O que não tem correspondência aparece à parte, com o nome do arquivo.
Fontes
- Candidaturas: arquivo nacional de candidatos do TSE (consulta_cand, recorte BR), de 1994 a 2026.
- Votos: arquivo de votação por município e zona do TSE (votacao_candidato_munzona, recorte BR), somado por estado e turno. Votos válidos são a soma dos votos nominais dados aos candidatos a presidente.
- Bens declarados: arquivo de bens de candidatos do TSE, de 2006 em diante.
- Planos de governo: arquivo nacional de propostas de governo do TSE, de 2010 em diante, publicado sem alteração, com o hash SHA-256 de cada PDF.
- Fotos: fotos de urna publicadas pelo TSE.
- Outras candidaturas: banco de candidaturas do TSE montado para os sites estaduais, de 1998 em diante.
Como o eleito é identificado
Pelo campo de situação final do TSE. Em 2006 o TSE deixou esse campo em branco para presidente e vice; nesse caso o eleito é o mais votado no último turno, pelo arquivo de votação do próprio TSE. O vice é o da mesma chapa: mesmo número do titular a partir de 2002 e mesma coligação em 1998. O arquivo de 1994 não traz nenhum dos dois vínculos, e o vice daquela eleição fica sem atribuição.
As páginas mostram quem foi eleito, e não quem exerceu o cargo: posse do vice, afastamentos e substituições durante o mandato não aparecem aqui.
Neutralidade
Os números são apresentados como estão nos registros oficiais, sem nota, ranking ou juízo de valor. A ordem das chapas segue a votação do 1º turno.
